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Casos de cães mortos aumentam e recall da Bassar é ampliado



Os casos de cães mortos por suspeita de intoxicação ao consumirem petiscos da Bassar vêm crescendo e estão espalhados em nove Estados e no Distrito Federal. Já são 40 mortes confirmadas e há mais 14 em investigação, o que fez com que o recall da marca crescesse nos últimos dias. Todos os produtos fabricados desde 7 de fevereiro de 2022 estão sendo retirados do mercado. Segundo a Bassar, o recolhimento "compreende todos os lotes de produto, marca própria ou marca Bassar, com numeração acima do lote 3329 (inclusive este)”. Há uma nota informando sobre o recall na home do site.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) fez exames preliminares a partir dos primeiros casos e os resultados apontaram indícios de contaminação com etilenoglicol, uma substância tóxica. Ele estaria no insumo propilenoglicol, produzido pela fornecedora Tecno Clean Industrial Ltda. A partir dessa informação, em ofício, o Mapa alertou "todas as empresas do setor de alimentação animal que podem ter também adquirido matéria-prima desse fornecedor para que retirem imediatamente eventuais produtos fabricados e distribuídos ao mercado”.

Além disso, o Ministério também orientou os tutores de pets que verifiquem nas embalagens se o produto contém propilenoglicol, já que a contaminação aconteceu nessa matéria-prima. Se houver, a orientação preliminar é a suspensão do uso. O propilenoglicol é um insumo utilizado pelo setor industrial na fabricação de alimentos para humanos e animais. Ele tem autorização de uso no Brasil desde que seja adquirido de empresas registradas no Mapa.

Com o objetivo de ampliar o controle quanto à conformidade do propilenoglicol comercializado, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal determinou que empresas fabricantes de alimentos e mastigáveis devem indicar os lotes de propilenoglicol existentes em seus estoques e seus respectivos fabricantes e importadores ao Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SIPOA) de sua região e realizar análises em produtos que contenham o propilenoglicol em sua composição. Os lotes de produtos em estoque e já distribuídos que tenham utilizado propilenoglicol em sua composição devem ser indicados, incluindo a porcentagem utilizada. Em caso de resultado não conforme, as empresas devem realizar o recolhimento dos produtos e informar ao SIPOA da região.

A fábrica da Bassar continua interditada.

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