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Contaminação de petiscos de cães está ligada à identificação incorreta de lotes de monoetilenoglicol

Atualizado: 2 de dez. de 2022


A investigação segue em curso, mas o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) informou que a contaminação de petiscos de cães que noticiamos neste post está ligada à identificação incorreta de lotes de monoetilenoglicol. Eles foram identificados como se fossem propilenoglicol, uma substância que pode ser consumida tanto por animais, quanto por humanos.


Já o monoetilenoglicol é tóxico e costuma ser usado para resfriar motores ou radiadores de carros. Conforme uma reportagem do G1, a substância altera o metabolismo das membranas celulares. Na mesma matéria, o portal publica informações de uma apuração própria que constatou que a alteração na identificação foi feita a pedido de um cliente. Confira neste link.


A investigação não está concluída e há dúvidas a serem sanadas. O que se percebe por enquanto é que as empresas de petiscos, a princípio, receberam um produto identificado como sendo outro. Aqui na POLETTO, tratamos com muita seriedade as etapas da consultoria que lidam com fornecedores e já oferecemos cursos sobre isso. O controle sobre como é produzida e manejada a matéria-prima que o seu negócio utiliza passa também por você, e trabalhar com fornecedores certificados contribui para evitar problemas. "Essa questão de identificação vai ao encontro, também, da rastreabilidade, que é um requisito legal e de várias normas", completa a engenheira de alimentos e fundadora da POLETTO, Melissa Poletto.


Esse caso pode ser uma boa oportunidade para revisar a sua cadeia e dar uma conferida a mais em tudo que entra na fábrica. Se você precisar de ajuda para verificar se tudo está dentro das normas, fale conosco. Nós temos soluções customizadas para todos os tipos de negócios e demandas.

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